12/10/2017

Resenha: Creme facial hipoalergênico Davene

Desde o começo de 2016, me apaixonei totalmente pelo universo da maquiagem. Descobri que muito mais do que esconder espinhas ou alongar os cílios, maquiagem transmite tanta personalidade quanto uma peça de roupa, nos torna mais confiantes de quem nós somos e nos dá o direito de mudarmos conforme nosso humor e estilo. 

No início tive muita dificuldade para aplicar os produtos de preparação de pele, por mais que a maioria do meu rosto tenha pele normal, meu nariz é mega oleoso (consigo até ver as gotículas de óleo nele) e achava que aplicando produtos matte iria conter a oleosidade e a pele ficaria perfeita... Só que sempre que aplicava meu nariz descamava, ou seja, mesmo oleoso não estava hidratado.

Nunca fui fã de cremes, sempre achei muito grudentos e oleosos, porém percebi aos poucos que investir em um creme facial poderia contribuir na hidratação do meu rosto. Fui em uma loja e comprei esse creme da Davene. Não era intencional comprar a versão hipoalergência, mas achei a proposta bem bacana.

O potinho vem com 50g, o creme é composto por aveia e o mais bacana, tem FPS (fator de proteção solar) 15.

A textura é consistente, porém é um tanto fluída, não se aproxima de uma pomada, mas também não é aquoso como aqueles cremes que prometem rápida absorção. O cheiro dele é leve e lembra protetor solar, acredito que devido ao fps. É importante atentar que por mais que o hidratante tenha fator de proteção ao sol, não é indicado usá-lo como um substituto do bom e velho protetor solar. Seria apenas uma proteção a mais, mas ele não tem as propriedades e a densidade que produtos específicos possuem.

A pele absorve uma quantidade do produto aplicado, porém uma camada do creme permanece no rosto deixando aquele aspecto "colentinho", sabem? Você ainda sente o produto lá. Gosto bastante de usá-lo em pouca quantidade, já sinto o rosto hidratado, mas sem ficar muito oleoso.

(sem make e sem filtro após aplicação do creme de aveia hipoalergênico da Davene)

Senti que depois que comecei a inserir o hidratante diariamente na minha rotina, minha pele ficou bem menos ressecada e até mesmo sinto que a oleosidade do meu nariz diminuiu. O aspecto da base e do corretivo no meu rosto também ficaram bem mais bonitos quando comecei a passar o hidratante antes da maquiagem.

O mais legal da Davene é que exitem mais três versões do creme de aveia: clássico (todos os tipos de pele), intenso (pele seca) e suave (pele oleosa). Se você tem a pele sensível ou se incomoda com cheiros, a versão hipoalergênica é ideal!

Uma dica que dou nesses tempos de muito calor é utilizar o creme somente uma vez e de preferência no período noturno, que a temperatura está mais baixa. Claro que cada pele pede um cuidado diferente, mas nesses períodos de muito calor senti a necessidade de reduzir um pouco o uso do creme, por conta do aumento de oleosidade na minha pele.

Resumindo, estou adorando o hidratante facial hipoalergênico da Davene, tanto para uso diário, quanto para pré maquiagem. Agora realmente estou sentindo a diferença de uma pele hidratada. Seja oleosa ou não, toda pele precisa de cuidados.

E vocês, já usaram algum produto da Davene? Utilizam algum creme facial? Me contem!








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11/10/2017

Slow fashion e o longo caminho para consumir a moda consciente

Designer de moda Noemi Martinelle é estilista de uma marca independente

Movimento que apoia a desaceleração na produção de moda, o slow fashion quer ir contra tudo que as grandes marcas estão investindo.


No mundo da moda alguns conceitos surgem, se modificam e se misturam. Em uma geração que consome muita informação de forma rápida é comum que o universo fashion acompanhe essa velocidade e faça com que alguns conceitos ganhem notoriedade, como é caso do fast fashion, que é o lema de diversas marcas famosas por oferecerem coleções novas a todo instante, seguindo as últimas tendências por um preço acessível.

Contudo, alguns conceitos nunca morrem e de alguma maneira sempre permanecem lutando por espaço maior diante de tanta rapidez e tecnologia. Um desses conceitos é o slow fashion, que busca o inverso da fabricação e do consumo instantâneo e desenfreado do fast fashion.

Criado pela consultora e professora de design sustentável, a inglesa Kate Fletcher, o objetivo do movimento é ser uma alternativa à produção em massa, buscando conscientizar a sociedade das matérias-primas que são utilizadas para as confecções, da importância do consumo sustentável e do fortalecimento entre produto e consumidor, valorizando o contexto histórico da peça e suas diversidades. Todas as peças de marcas que investem no slow fashion são produzidas à mão, com matérias primas naturais e duráveis, além disso, são produzidas em baixa escala e geralmente em ateliês. O conhecido trabalho artesanal é um início para quem quer se inserir no estilo de produção.

A designer de moda Noemi Martinelle é estilista desde 2015 de uma marca independente em São José do Rio Preto, a NOA, marca que segue o conceito slow fashion. Noemi afirma que pensa muito no cliente e em sua personalidade no momento de criar uma peça. “A minha proposta é inserir a ideia de que não é preciso comprar muitas roupas, mas uma roupa de qualidade, que te represente”, diz.

Diante de um mundo globalizado, nos últimos tempos surgiram nas passarelas um novo conceito inserido às marcas de fast fashions: o “see now, buy now” (veja agora, compre agora). Este conceito promete acelerar ainda mais a venda de peças no ramo da moda. Uma peça que é vista hoje nas passarelas pode ser adquirida na manhã do dia seguinte em todas as lojas da marca que realizou o desfile.

Para Noemi, o slow fashion é, além do consumo consciente, uma reflexão sobre consumir apenas o necessário e sobre dar mais atenção para a moda. A designer faz um alerta sobre essas produções em massa e sobre a importância em analisar a origem das peças de roupas no mercado: “A moda é esquecida porque ela é vista como algo banal, fútil. Consumimos muitas roupas que são produzidas na China e em Bangladesh com trabalho escravo, trabalho infantil. Muitas marcas conhecidas utilizam do trabalho escravo, mas elas recebem uma multa que podem pagar tranquilamente, então não irão parar com a produção. Precisamos ter em mente: O que estamos consumindo? E entender esse processo”.

O slow fashion ganha anualmente destaque em um evento mundial: o Fashion Revolution Day. Foi criado, em 2014, por um conselho global de líderes da indústria da moda sustentável após um acidente no edifício Rana Plaza, em Bangladesh, em 24 de abril de 2013, que matou 1.133 funcionários e fez mais 2,5 mil feridos. O evento buscou fazer uma reflexão sobre o verdadeiro custo da moda, apresentar seu processo de produção e mostrar transparência entre os participantes desse processo, envolvendo tudo em uma atmosfera sustentável. O evento quer trazer uma resposta para a pergunta: Quem fez minhas roupas? E apresentar todo o processo, mostrando que a compra é o último passo de um longo processo que precisa ser conhecido mais a fundo. O Fashion Revolution week acontece no Brasil em diversas cidades do país, além de ocorrer em mais de 90 países.

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10/10/2017

Look: Punk Bugs Bunny

 

E aí, galera?! Tudo bem com vocês? Faz um tempinho que não apareço com look novo por aqui, não é mesmo?

Mas hoje teremos um look com um camisetão que eu estava l-o-u-c-a para adquirir no meu querido armário. Como uma boa fã de Looney Tunes, fiquei encantada quando a C&A lançou essa peça com uma versão punk do Pernalonga. Punk + Pernalonga = <3. Além de tudo, esse camisetão na verdade é uma peça que a loja divulgou como sendo tanto para os homens, quanto para as mulheres, o que me deixou mais alegre ainda vendo o engajamento bacana da marca em buscar se desprender dessa coisa de "isso é feminino e isso é masculino", por mais que ainda seja algo muito presente.

Aproveitei e usei meu novo tênis branco da Vizzano que é só amor e beleza para compor esse visual gracínea.

Os óculos são da Chilli Beans e a camisa é da Trama Jeans.












Como vocês podem ver, uma bela placa de "proibido fumar" estava compondo o cenário. Não foi a intenção, mas pelo menos fica aqui a mensagem reflexiva hahahahaha.

Eu amei essa peça e fiquei muito interessada em sair loucamente comprando de várias estampas diferentes, mas vamos nos manter econômicos, já que camisetão não é de graça, e ficar com esse por enquanto que já está de ótimo tamanho!

O que acharam do look? Vocês tem algum camisetão? Como gostam de usar?

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09/10/2017

Esqueça as regras de estilo!

Li uma matéria há algum tempo na Elle sobre a grande mudança da apresentadora Stacy London após o fim do programa What Not to Wear (Esquadrão da Moda americano) e tive uma reflexão sobre o que é moda e sobre o quão é importante que ela espelhe o que você é por dentro.

Para quem nunca assistiu a versão americana ou brasileira do famoso Esquadrão da Moda, irei sintetizar: alguém que possuía roupas que não agradavam a si mesmo ou as pessoas próximas tinha um aprendizado de regras simples de estilo e renovava todo o guarda roupa. Até aqui parece ótimo e lindo, até eu mesma confesso que assisto e gosto de assistir o programa, mas pelo fato de saber se realmente as pessoas iriam se encontrar com o que estava sendo proposto para elas. Algumas vezes sim, outras não. O que realmente sempre me incomodava era que todas aquelas mulheres com todos aqueles milhares de estilos diferentes se tornavam uma pessoa só, com as mesmas peças e com a mesma aparência. "Mas Yasmin todas aquelas mulheres estão felizes e se encontraram, elas estavam perdidas em roupas que não transmitiam quem elas são, certo?", não penso assim. 

Essas mulheres talvez não estivessem felizes com suas roupas antigas, mas isso nunca foi motivo para transformar a personalidade de uma pessoa. Muitas se vestiam como vestiam, pois não tinham medo de ser quem quisessem e isso deve ser extremamente levado em consideração. Stacy sentiu na pele o que é aparentar alguém que você não é para causar uma boa impressão, e quem diria, no próprio programa que apresentava. 

“Depois de dez temporadas de Esquadrão da Moda, eu cansei dos vestidos com silhueta A, saia lápis, tops florais e saltos altos. Aquilo não combinava comigo quando eu não era a Stacy em frente às câmeras, mas eu sentia a pressão para aparecer daquele jeito no geral”, disse para o site americano Man Repeller segundo a Elle.

Aqui fica uma reflexão: até onde a moda é regra e até onde a moda é construção de personalidade? Até onde devemos adaptar nosso próprio estilo para acompanhar nosso momento atual? O que é certo e errado? Existe certo e errado na moda?

A ex-apresentadora do What Not to Wear "dá um tapa na nossa cara" quando diz o que realmente precisa ser feito quando uma pessoa quer passar pelo processo de adaptar um estilo: “não acredito mais nelas (regras de estilo). Os conselhos que eu dou agora são mais na linha de entender o que as pessoas querem e sentem, e ajudá-las a chegar lá”, e é exatamente isso Stacy!!

Moda é sim conceito e demonstração de sentimentos. É uma interpretação de quem nós somos e o que queremos. Nem sempre irá adiantar dizer que o pretinho básico vai ajudar a emagrecer se a pessoa ama peças floridas, não adianta! Entendam, não é uma crítica ao programa, já que eu mesma afirmei que assisto, mas é uma reflexão de até onde o método usado nele funciona e com quem realmente irá funcionar. Quando lidamos com moda também lidamos com auto estima, também lidamos com sentimentos e é algo tão delicado que nem sempre uma regra irá resolver tudo. Eu prefiro sempre conversar comigo mesma e entender o que eu quero transmitir e o que me representa. As regras? Só apliquei quando realmente concordei com elas, mas já quebrei várias. Já gostei e deixei de gostar de diversas peças minhas, mas isso é o papel mais importante no processo de construção de estilo, entender nosso eu em cada momento, curtir essa descoberta doce e coerente de quem nós somos. 

Não sou especialista, mas se posso dar um conselho pela minha experiência com a moda é: esqueça as regras de estilo, foque em quem você é, se um dia você precisar das regras será porque de alguma maneira elas combinam com você.
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03/10/2017

Colab55: Arte, Moda e Independência


E aí, galera?!

Tudo certo quando surgem novos posts, mas é muito melhor quando são posts com dicas super bacanas... E adivinhem? O post de hoje está F-A-B-U-L-O-S-O!

Quem me conhece sabe que eu adoro uma loja com conceito diferente, um projeto bacana que trabalha a moda de uma forma artística... E a minha dica de hoje é justamente sobre a mistura de todas essas coisas do universo da moda/arte que eu adoro. Felizmente recebi um e-mail super fofo da Eduarda, Business Partner da Colab55 e foi a partir daí que tive o conhecimento sobre esse projeto tão amor!

A Colab55 é um hub de arte e design colaborativo, onde artistas expõem e vendem suas artes na internet, incentivando a produção artística independente.

O mais legal de tudo é: você, isso mesmo, você aí que é um artista também pode colocar seus designs na Colab55 e DE GRAÇA.

Basicamente o designer cria um studio e envia sua obra, então escolhe quais produtos serão produzidos, por quanto tempo e qual o preço. Após esse processo a Colab55 elabora a produção dos produtos e gera todo o processo de compra e venda. No final o artista ganha, o projeto cresce e nós agradecemos né gente, porque é tão bom quando encontramos essas coisas lindas na internetê <3

O hub já conta com vários studios, então eu (que não sou boba nem nada) explorei e encontrei muitas coisas interessantes no site (basicamente tudo), e separei roupas e objetos lindos de vários studios para vocês. Vamos conferir?

camisetas (fileira de cima, esquerda p/ a direita) 
camisetas (fileira de baixo, esquerda p/ a direita) 

 leggings (da esquerda para a direita) - @artemel| @nalla| @tobefonseca|

sketchbook, adesivo e chinelo - @pstore| @helloluizaillustrations| @luispippi|
caneca e carteira - @giom| @ancello

bolsa e planner - @tamilustras| @mths
case, pôster e almofada - @tenid| @lauraathayde| @danilogoncalves

Eu fiquei boquiaberta com esses desenhos e estampas lindas de viver! Encontramos muitas cores intensas, contemporaneidade, desenhos fofos, chamativos e incríveis. Devo confessar que foi muito difícil escolher quais produtos eu mostraria nesse post, porque é realmente tudo maravilhoso demais. As criações que mais gostei foram as com estampas galaxy, nada como estrelas, constelações, planetas e astronautas para me deixar babando! 

Só tenho a agradecer a querida Eduarda que me apresentou esse projeto tão bonito e inspirador. Realmente achei minha cara, muito obrigada :D

Ficaram babando também? Então se joguem no site www.colab55.com e apreciem os trabalhos maravilhosos desses artistas.

Agora me contem, quais os produtos e studios que vocês mais gostaram? Estou curiosa pra saber!

*Esse post não é um publi, fiz de livre e espontânea paixão <3

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16/02/2017

Look: Blue Sky

Hey galera!

Verão já está aí e o que mais queremos? Primeiro não morrer de calor (está meio difícil) e segundo estar com visuais bem fresquinhos e confortáveis. Dessa vez fotografei com uma blusa jeans lindíssima da Trama jeans, um short de rendas, uma sandália estilo o modelo Flox da Melissa que também usei em outro look aqui no blog e o óculos da Chilli Beans. Tudo básico, fresquinho, com um céu azulão e fotos lindas!

Quem fez essas fotos maravilindas foi a minha eterna fotógrafa/prima Bia. Então eu deixo aqui o instagram dela para fazer aquele merchandising básico: @_bia_fernandes7.
















Gostaram do look? Como estão encarando esse calorão? Me contem :)



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23/01/2017

Look: My personality

Hoje tem o quê? Sessão de fotos!

Se você gosta de looks total jeans está no lugar certo. O bacana nesses looks, é que podemos misturar lavagens e tons de jeans para criar algo nem tão básico. Por isso investi em um cropped não só com uma lavagem diferente do short, mas também com alças que imitam couro, além de usar uma camisa clara com listras e alguns pequenos "desgastes" que trazem mais força ao visual.

O short é da Marisa, o cropped e a camisa são da Trama Jeans, o tênis é da Converse e o óculos é da Chilli Beans.
















Já fizeram alguma combinação total jeans? Comentem!

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